{"provider_url": "https://www.caconde.sp.leg.br", "title": "Hist\u00f3ria", "html": "<p style=\"text-align: justify; \"><strong><br /></strong></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Em 1828, a popula\u00e7\u00e3o do povoado era de cem habitantes e 1600 em toda freguesia. Pertencia a Mogi Mirim.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Ap\u00f3s movimento para iniciar a vida pol\u00edtica, em sess\u00e3o de 6 de abril de 1828, a C\u00e2mara Municipal de Mogi Mirim nomeou o capit\u00e3o Domiciano Jos\u00e9 de Sousa para exercer o cargo de juiz de Paz, Jos\u00e9 Barbosa Guimar\u00e3es para suplente e Joaquim Alves Moreira para o cargo de escriv\u00e3o.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Nesse mesmo ano, a C\u00e2mara de Mogi Mirim autorizou na freguesia de Caconde tr\u00eas eleitores e procedeu a qualifica\u00e7\u00e3o dos eleitores que estariam aptos para eleger pelo voto direto o juiz de Paz e seu suplente.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify; \"><strong>\u00a0Primeiras Elei\u00e7\u00f5es</strong></h2>\r\n<p><strong><br /></strong></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \"><b>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Em 8 de dezembro de 1828,</b>\u00a0na Igreja Matriz realizaram-se as primeiras elei\u00e7\u00f5es, presididas pelo juiz de paz Domiciano de Souza e pelo padre Carlos Lu\u00eds de Melo.<br /> Foram eleitos:<b>\u00a0capit\u00e3o Domiciano Jos\u00e9 de Sousa, Vigilato Jos\u00e9 de Sousa, Padre Carlos Lu\u00eds de Melo, Fl\u00e1vio Ant\u00f4nio Martins Ferreira, Jos\u00e9 Cust\u00f3dio Dias, Francisco Ribeiro do Vale e Joaquim Alves Moreira.</b></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O movimento para elevar a Freguesia de Caconde, \u00e0 Vila iniciou-se no ano de 1863, cujo projeto de lei foi apresentado na Assembleia pelo deputado Casimiro Macedo e ap\u00f3s in\u00fameras discuss\u00f5es foi aprovado em 31 de mar\u00e7o de 1864.<b>\u00a0O presidente da prov\u00edncia sancionou a Lei n\u00ba 6 em 5 de abril de 1864, elevando a Freguesia de Caconde \u00e0 categoria de Vila</b></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \"><b>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A primeira elei\u00e7\u00e3o para vereadores ocorreu em 7 de setembro de 1864,</b>\u00a0quando Caconde possu\u00eda 734 eleitores, sendo a C\u00e2mara Municipal instalada em 21 de janeiro de 1865.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Caconde pertenceu \u00e0s comarcas de Jundia\u00ed \u2013 1775; Itu- 1811; Campinas- 1833; Franca -1839; Mogi Mirim- 1852; Casa Branca- 1872.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Preocupada em ter uma justi\u00e7a pr\u00f3pria, em 10 de mar\u00e7o de 1866, a C\u00e2mara Municipal iniciou o trabalho, visando \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o de um juiz formado para presta\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a e desvinculado de Casa Branca. Este trabalho perdurou at\u00e9 25 de fevereiro de 1874, quando o deputado Ant\u00f4nio Pinheiro Hulha Cintra, em sess\u00e3o de 25 de fevereiro de 1874, apresentou projeto de lei para destacar\u00a0<b>\u00abos termos de Caconde e S\u00e3o Sebasti\u00e3o da Boa Vista\u00bb</b>\u00a0da Comarca de Casa Branca.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify; \">Cria\u00e7\u00e3o da Comarca de Caconde</h2>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A 24 de mar\u00e7o de 1874, \u00e9 ent\u00e3o, sancionada a lei n\u00ba 10, criando a Comarca de primeira Entr\u00e2ncia de Caconde, compreendendo os termos de Caconde e S\u00e3o Sebasti\u00e3o da Boa Vista (atual Mococa).</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Criada a comarca com o nome de\u00a0<b>\u201cComarca de Caconde\u201d,</b>por\u00e9m, a sede desta era em Mococa. A comarca sempre foi comarca de Caconde, a de Mococa \u00e9 que foi desmembrada em 1892. A instala\u00e7\u00e3o da mesma se realizou no dia 14 de dezembro desse ano.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Foi sancionada a lei n\u00ba 10, em 9 de mar\u00e7o de 1883, elevando \u00e0 categoria de cidade \u00e0 Vila de Caconde.<br /> A lei n\u00ba 2.694, de 3 de novembro de 1936, cria o distrito de Paz de Santo Ant\u00f4nio da Barra, no munic\u00edpio e Comarca de Caconde, com o territ\u00f3rio que pelo conv\u00eanio de 28 de setembro findo, passa de Minas Gerais para S\u00e3o Paulo, um pequeno acr\u00e9scimo tomado do territ\u00f3rio de Caconde.<br /> Deu-se o nome de\u00a0<b>Barr\u00e2nia</b>\u00a0ao distrito da Barra pelo decreto n.\u00ba 14.334, de 30 de novembro de 1944.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify; \">Cria\u00e7\u00e3o do Bras\u00e3o</h2>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No ano de 1947, \u00e9 editado o primeiro Livro do historiador Adriano Campanhole, intitulado\u00a0<b>\u201cCaconde\u201d</b>, discorrendo sobre a Hist\u00f3ria da cidade.<br /> <b>A lei n\u00ba 555, de 28 de novembro de 1961</b>, disp\u00f5e sobre a cria\u00e7\u00e3o do bras\u00e3o de armas da cidade de Caconde.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Era prefeito na \u00e9poca, Jos\u00e9 Orrico. A bandeira do munic\u00edpio \u00e9 composta de um ret\u00e2ngulo branco em cujo centro est\u00e1 estampado o bras\u00e3o de armas.<br /> O projeto de lei de transformar Caconde em est\u00e2ncia clim\u00e1tica, era do deputado Mantelli Neto, tendo sido vetado integralmente em 19 de janeiro de 1966.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Iniciou-se ent\u00e3o, grande luta pelo n\u00e3o acolhimento do veto, da qual participaram Benedito de Oliveira Santos e Adriano Campanhole. Caconde \u00e9 ent\u00e3o, constitu\u00eddo em est\u00e2ncia clim\u00e1tica pela lei n\u00ba 9.275, de 5 de abril desse ano.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>\r\n<h2 style=\"text-align: justify; \">A Usina Hidrel\u00e9trica</h2>\r\n<p>\u00a0</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Entra em 1966, em opera\u00e7\u00e3o comercial a Usina Hidrel\u00e9trica Caconde, situada a 7, 1 quil\u00f4metros da cidade, na Represa do Rio Pardo, com 38, 72 quil\u00f4metros de extens\u00e3o.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Foi editado em 1979 o segundo livro do historiador Adriano Campanhole, intitulado Mem\u00f3ria da cidade Caconde:\u00a0<b>Freguesia antiga de Nossa Senhora da Concey\u00e7\u00e3o do Bom Sucesso do Rio Pardo.</b></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \"><b><br /></b></p>\r\n<h2><b>Hino \u00e0 Caconde</b></h2>\r\n<p><b><br /></b></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A lei n\u00ba 483, de 1987, oficializou o Hino a Caconde, composto em 1965 por Maria Ruth Luz e Paulo Cerqueira Luz. No dia 7 de dezembro de 2004.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">\u00a0</p>", "author_name": "Interlegis", "version": "1.0", "author_url": "https://www.caconde.sp.leg.br/author/Interlegis", "provider_name": "C\u00e2mara Municipal", "type": "rich"}